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  Relatividade não foi violada

 O experimento de Lijun Wang, A. Kuzmich e A. Dogariu, do NEC Research Institute, publicado na Nature, 406, 277, de 20 jul 2000, consiste na propagação de um pulso de laser com 3,7 microns de extensão por uma cápsula de 6 cm contendo átomos de césio especialmente excitados ao segundo nível, em uma situação programada para que o índice de refração esteja mudando rapidamente. Como um pulso de curta duração é necessariamente formado por um grande número de ondas com freqüências diferentes, o que se mede é a interferência das diferentes freqüências componentes do pulso, que mudam de fase devido à variação do índice de refração. A fase relativa muda fazendo que a parte central do pulso se adiante 1,7% de sua extensão. Como o início do pulso inicial ocorre antes do centro do pico de saída, não há qualquer violação da casualidade. Como a velocidade de fase da luz não muda, só a velocidade de grupo do pulso, não há qualquer violação da relatividade. O próprio Lijun Wang, líder da equipe explica: "Falando precisamente, é a velocidade de transferência da informação que é limitada pela velocidade da luz no vácuo." Toda a informação necessária sobre o pulso está contida em sua minúscula borda frontal. Assim que essa parte do pulso entra na câmara, os átomos especialmente preparados podem começar a reproduzir outro pulso idêntico no outro lado da câmara. (27 jul 2000) 

Fonte: Departamento de Astronomia do Instituto de Física da UFRGS